FAKE NEWS ATÉ NA GUERRA ENTRE UCRÂNIA E RÚSSIA??? ( * )
Ucrânia
diz controlar 2ª maior cidade do país após invasão russa; acompanhe os últimos
acontecimentos
A invasão russa da Ucrânia entrou no seu quarto dia neste
domingo (27/2), com notícias de que tropas de Moscou tentaram invadir a segunda
maior cidade ucraniana, Kharkiv. A cidade, que tem cerca de 1,5 milhão de
habitantes, fica a 30 km da fronteira e a 80 km da cidade russa de Belgorod.
Mas o governador da região afirma que forças ucranianas
recuperaram o controle de Kharkiv.
Em um post no Telegram, Oleh Synyehubov disse: "Controle
sobre Kharkiv é totalmente nosso! As forças armadas, a polícia e as forças de
defesa estão trabalhando e a cidade está sendo completamente varrida do inimigo."
Imagens divulgadas nas redes sociais mostraram combates de rua
entre tropas ucranianas e russas.
A situação permanece fluida e é difícil verificar de forma
independente quem está controlando a cidade de fato. Alguns civis também
disseram à BBC que Kharkiv está sob controle ucraniano e que o conflito nas
ruas está diminuindo.
Na capital Kiev, sirenes de ataque aéreo soaram pela cidade, mas
há relatos de que a manhã de domingo transcorreu de forma relativamente
tranquila.
"A capital ucraniana está fria e tranquila esta manhã. Um
estrito toque de recolher continua em vigor e as únicas pessoas nas ruas da
cidade são policiais, militares e voluntários armados", escreveu Kathy
Long, repórter da BBC News que está em Kiev.
O prefeito de Kiev disse que não há tropas russas na cidade.
Um grande número de pessoas continua fugindo da Ucrânia para
países vizinhos, incluindo Polônia e Moldávia. Países ocidentais dizem que vão
remover alguns bancos russos da rede Swift, desconectando-os do sistema
financeiro internacional.
Os acontecimentos mais recentes deste domingo (27/2) são:
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O prefeito de Kiev disse que não há tropas
russas na cidade. Vitali Klitschko disse que as autoridades "militares,
policiais e de defesa territorial" estão "detectando e neutralizando
sabotadores". Em mensagem em seu canal Telegram no domingo, Klitschko
disse que desde o início da invasão russa, nove civis morreram em Kiev,
incluindo uma criança. As forças russas estão nos arredores da cidade desde
sexta-feira, e há relatos de bombardeios e tiros na capital.
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O presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky,
disse que conversou com o líder de Belarus, Alexander Lukashenko, mas não deu
detalhes sobre o que foi discutido. Horas antes, a Rússia havia dito que uma
delegação chegara a Belarus para abrir negociações com a Ucrânia. Mas Zelensky
rejeitou a oferta, dizendo que as negociações em Minsk só poderiam ter sido
possíveis se a Rússia não tivesse atacado a Ucrânia a partir do território
bielorrusso.
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O Papa Francisco fez um apelo pedindo o fim da
guerra na Ucrânia. Em discurso na Praça de São Pedro, no Vaticano, ele disse:
"Que as armas se calem. Deus está com aqueles que buscam a paz, não com
aqueles que recorrem à violência".
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A Ucrânia divulgou uma estimativa de perdas
russas que teriam sido provocadas pelos ucranianos até agora. A BBC não
conseguiu verificar de forma independente essas alegações — e a Rússia não
divulgou números de vítimas. Segundo post no Facebook da vice-ministra da
Defesa da Ucrânia, Hanna Malyar, os russos perderam: 4,3 mil soldados, 27
aviões, 26 helicópteros, 146 tanques, 706 veículos blindados de combate, 49
canhões, 1 sistema de defesa aérea Buk, 4 sistemas de lançamento de foguetes
múltiplos Grad, 30 veículos, 60 veículos de abastecimento, 2 drones e 2 barcos.
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O presidente russo, Vladimir Putin, agradeceu
às forças especiais do país, destacando aqueles que estão "cumprindo
heroicamente seu dever militar" na Ucrânia. Em discurso na TV, Putin
elogiou o "serviço impecável [dos soldados] em nome do povo da Rússia e de
nossa grande pátria".
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O presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky,
está pedindo que a Rússia seja destituída de seus direitos de voto no Conselho
de Segurança da ONU — alegando que as ações criminosas da Rússia na Ucrânia
estão beirando o "genocídio".
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As autoridades da Eslováquia disseram que em
24 horas cerca de 10 mil pessoas entraram no país vindas da Ucrânia. Mais de 43
mil ucranianos fugiram para a Romênia nos três dias desde a invasão da Rússia;
mais de 150 mil pessoas foram para a Polônia.
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O subúrbio de Troyeshchyna, na capital da
Ucrânia, foi alvo de um ataque com mísseis, segundo a agência de notícias
Interfax. Vídeos e fotos publicados em redes sociais — e que foram verificados
pela BBC — mostram fumaça saindo do pátio de um prédio residencial cercado por
carros destruídos.
Em dias anteriores, esses foram alguns dos principais
acontecimentos:
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União Europeia, França, Alemanha, Itália,
Reino Unido, Canadá e Estados Unidos anunciaram a remoção nos próximos dias de
"bancos russos selecionados do sistema de pagamentos Swift. "A medida
vai garantir que esses bancos sejam desconectados do sistema financeiro
internacional e prejudicar sua capacidade de operar em nível global", diz
o texto. O sistema permite a transferência rápida e fácil de dinheiro através
de fronteiras e seu uso para atingira Rússia, discutido nos últimos dias, não
era consenso entre os países.
·
Um funcionário do alto escalão do Departamento
de Defesa dos Estados Unidos disse à agência de notícias Reuters que
comandantes russos têm se frustrado com o ritmo lento de avanço no território
ucraniano e enfrentado dificuldades logísticas. Segundo a autoridade, Moscou
não teria fornecido combustível suficiente para algumas unidades e comandantes
têm tido de se adaptar. Vídeos compartilhados nas redes sociais neste sábado
mostravam tanques parados em algumas áreas do país.
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O primeiro-ministro da Hungria, Viktor Orbán,
afirmou à BBC News que seu país apoia as sanções impostas pela União Europeia à
Rússia. Orbán era até então considerado um dos mais fortes aliados do
presidente russo, Vladimir Putin, na Europa. Em visita à fronteira entre a
Hungria e a Ucrânia, por onde refugiados ucranianos têm cruzado neste sábado, o
premiê afirmou que todos os países europeus, incluindo a Hungria, condenam a
invasão russa. "Este não é o momento de ser espero, é o momento de
estarmos unidos. Trata-se de uma guerra, e temos que voltar às coisas como eram
antes e restabelecer a paz", declarou.
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Alemanha suspendeu bloqueio para envio de
armas à Ucrânia por meio de outros países. Na prática, a medida permite que a
Holanda envie 400 lançadores de mísseis ao Exército ucraniano. A decisão marca
uma mudança importante na postura alemã e poderia abrir espaço para um aumento
da ajuda militar à Ucrânia vinda de outros países do continente. Isso porque
uma parte das armas fabricadas na Europa são pelo menos parcialmente
manufaturadas na Alemanha - o que significa que o país pode interferir na
decisão de enviá-las a outras regiões.
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Horas depois do anúncio por parte da Alemanha,
a Holanda confirmou o envio de armas e, na sequência, a França informou que
também enviaria armamentos à Ucrânia, além de combustível.
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A polícia marítima da França apreendeu um
navio de carga de bandeira russa suspeito de violar as sanções impostas por
causa da guerra na Ucrânia. O navio Baltic Leader estava indo da cidade de
Rouen, no noroeste da França, para São Petersburgo, na Rússia, com uma carga de
carros novos. A imprensa estatal russa diz que a embarcação é de propriedade de
uma subsidiária de um banco visado nas recentes sanções da União Europeia e dos
EUA.
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O Ministério da Defesa do Reino Unido afirma
que a velocidade do avanço russo diminuiu temporariamente, provavelmente como
resultado de "dificuldades logísticas agudas e forte resistência
ucraniana".
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Mais de 115 mil pessoas já cruzaram a
fronteira da Ucrânia para a Polônia desde o início da invasão russa, disse o
ministro do Interior polonês, Pawel Szefernaker. Só nas últimas quatro horas,
15 mil pessoas entraram no país.
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O Ministério da Defesa da Ucrânia disse que
derrubou um avião que transportava tropas russas para a Ucrânia, matando um
grande número de paraquedistas russos. A BBC não verificou essas alegações de
forma independente e o Ministério da Defesa russo ainda não comentou o assunto.
Segundo o governo ucraniano, caças ucranianos Su-27 interceptaram um
porta-tropas russo IL-76 MD no sábado. De acordo com as especificações
divulgadas pelo fabricante, o avião pode transportar até 167 soldados, além de
uma tripulação de 6 a 7 pessoas. "É uma vingança por Luhansk 2014",
escreveu o comandante das forças armadas da Ucrânia, tenente-general Valery Zaluzhny,
no Facebook, referindo-se à queda de um avião ucraniano há oito anos.
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O prefeito de Kiev, Vitali Klitschko, anunciou
um novo toque de recolher para a capital ucraniana entre 17h e 8h, no horário
local. A medida, em vigor a partir deste sábado, substitui um toque de recolher
anterior das 22h às 7h, e deve durar pelo menos até segunda-feira. Klitschko
alertou no Twitter: "Todos os civis nas ruas durante o toque de recolher
serão considerados membros dos grupos de sabotagem do inimigo".
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O ex-presidente da Rússia, Dmitry Medvedev,
diz que Moscou não precisa de laços diplomáticos com o Ocidente. Ele escreveu
na rede social russa VK que é hora de "trancar as embaixadas".
Medvedev também condenou a suspensão da Rússia do Conselho da Europa, mas disse
que isso é uma oportunidade para Moscou restaurar a pena de morte na lei russa.
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O Ministério da Defesa da Rússia confirmou
neste sábado (26/2) que capturou a cidade de Melitopol — no que foi descrito
pela agência de notícias Reuters como o primeiro centro populacional significativo
a ser tomado desde que a invasão da Ucrânia por Moscou começou na quinta-feira.
Melitopol é uma cidade de tamanho médio, de 150 mil habitantes, localizada
perto do principal porto ucraniano de Mariupol, na região sul da Ucrânia de
Zaporizhzhya.
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A embaixada do Brasil emitiu uma mensagem:
"A Prefeitura de Kiev reforçou o pedido de que todos evitem deslocamentos
no momento e procurem abrigo, em razão de ataques aéreos. Os metrôs continuam
funcionando como abrigo."
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Os ataques russos à capital ucraniana, Kiev,
encontraram resistência feroz, com militares ucranianos alegando terem reagido
a vários ataques. Os militares disseram em um post no Facebook no início do
sábado que uma unidade do exército conseguiu repelir as forças russas perto de
sua base em uma importante rua da cidade.
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Em um novo vídeo, o presidente Volodymyr
Zelensky disse: "Não vamos baixar nossas armas. Vamos defender nosso
Estado".
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Na madrugada de sábado (25), em horário local,
foram registradas novas explosões em Kiev.
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Ao menos 198 ucranianos foram mortos como
resultado da invasão russa, disse no sábado (26/2) o presidente ucraniano,
Volodymyr Zelensky, e mais de 1,115 ficaram feridos, incluindo 33 crianças.
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O Tesouro dos Estados Unidos oficialmente sancionou
o presidente russo, Vladimir Putin, e o ministro de Relações Exteriores, Sergei
Lavrov — tipo de retaliação rara contra representantes de governos estrangeiros
(embora a lista já inclua Kim Jong Un, Alyaksandr Lukashenka e Bashar
al-Assad). A União Europeia, Reino Unido e Canadá fizeram o mesmo
anteriormente.
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A Rússia, como esperado, vetou a resolução do
Conselho de Segurança da ONU que condenava a invasão da Ucrânia. O país é um
dos cinco com poder de veto no conselho. 11 países votaram a favor da resolução
e houve três abstenções: China, Índia e Emirados Árabes Unidos. O Brasil mudou
o tom e votou a favor da resolução que condenava o ataque russo. Com o veto da
Rússia, um documento semelhante poderá ser enviado à Assembleia Geral da ONU,
onde participam 193 membros, para uma votação
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Volodymyr Zelensky, o presidente ucraniano,
publicou um vídeo em que diz que os russos vão invadir Kiev nas próximas horas.
"A noite será difícil, bem difícil, mas a manhã virá". Ele disse que
o "inimigo" tentará quebrar a resistência dos ucranianos. Zelensky
também afirmou que "o principal objetivo é acabar com esse banho de
sangue"
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Um porta-voz do presidente Zelensky declarou
que o país está disposto a um cessar-fogo e negociações de paz com a Rússia de
forma imediata. Ele disse que estão ocorrendo discussões sobre dia e local para
as tratativas. Moscou havia dito que exige primeiro a rendição das forças
ucranianas.
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Novas e várias explosões foram ouvidas nesta
noite de sexta em Kiev. Uma estação de TV local anunciou a suspensão da
programação. Explosões também foram relatadas em Donetsk, no leste do país
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A Casa Branca anunciou que os EUA vão se
juntar à União Europeia e ao Reino Unido e impor sanções a Putin e ao chanceler
russo Lavrov. Segundo a porta-voz Jen Psaki, as medidas vão incluir a proibição
de viagem para ambos
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A organização Médicos sem Fronteiras, uma das
últimas a permanecer em zonas de guerra, informou que teve que interromper suas
operações na Ucrânia devido à escalada do conflito
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O prefeito de Kiev, Vitali Klitschko, afirmou
que cinco explosões foram ouvidas na capital ucraniana, incluindo uma próxima a
uma central de energia. Ele disse que a cidade vive uma situação 'ameaçadora'
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A Ucrânia disse que 18 mil metralhadoras foram
distribuídas à população
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O presidente norte-americano Joe Biden e o
ucraniano Volodymyr Zelensky conversaram nesta sexta por 40 minutos e
discutiram sanções contra a Rússia e uma ajuda militar dos EUA à Ucrânia
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O Reino Unido anunciou sanções contra o
presidente russo Vladimir Putin e seu chanceler Sergei Lavrov
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A Otan informou que vai posicionar mais tropas
da aliança no Leste Europeu
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O governo ucraniano disse que tropas russas
estão logo ao norte de Kiev e tomaram posse do aeroporto Hostomel, que fica nas
proximidades da capital
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Para contrariar rumores de que havia fugido de
Kiev, o presidente Zelensky postou um vídeo na cidade ao lado do
primeiro-ministro
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A Rússia afirmou que a entrada da Finlândia ou
da Suécia na Otan detonaria uma séria resposta de Moscou
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O Kremlin disse que a Rússia está pronta para
negociações com a Ucrânia. O foco seria a Ucrânia se declarar
"neutra", que incluiria a "desmilitarização", mas não há
evidências de que a Ucrânia concordaria com esses termos.
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Putin exortou os militares ucranianos a
assumir o poder.
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O Ministério das Relações Exteriores da
Ucrânia instou a comunidade internacional a "mostrar solidariedade"
impondo mais sanções à Rússia - e cortando relações com Moscou.
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Fortes explosões e sirenes de alerta são
ouvidas nesta sexta-feira no centro de Kiev, onde vivem 2,8 milhões de pessoas.
Relatos apontam que as tropas russas já dominam partes da cidade e de seus
arredores. Há diversas imagens de prédios residenciais destruídos em ataques.
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Veículos militares ucranianos entraram em Kiev
para defender a cidade contra a aproximação de tropas russas.
·
Desde o início da invasão, a Ucrânia vem
tentando se defender da invasão russa a partir de três grandes frentes
diferentes: norte, sul e leste, este palco dos combates mais violentos.
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O Ministério do Interior disse que 18 mil
armas foram entregues a voluntários, juntamente com instruções para fazer
coquetéis molotov.
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O presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky,
divulgou um novo vídeo nesta sexta-feira em que dizia: "Estamos defendendo
a Ucrânia sozinhos", visivelmente decepcionado com a reação da comunidade
internacional.
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A União Europeia, a Austrália e o Japão
anunciaram na sexta-feira novas sanções que miram bancos, empresas e oligarcas
russos. Elas se somam às sanções anunciadas na quinta-feira (24/2) pelo
presidente americano, Joe Biden, que seguem a mesma linha.
·
Muitos dos habitantes da capital ucraniana e
Kharkiv se refugiaram em estações de metrô e abrigos subterrâneos (bunkers) por
medo de ataques aéreos russos.
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Zelensky informou ao fim do primeiro dia de
guerra que pelo menos 137 cidadãos ucranianos — entre soldados e civis — foram
mortos no primeiro dia do ataque militar russo. Mais de 300 pessoas ficaram
feridas.
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Há um êxodo em massa em curso na Ucrânia. Mais
de 100 mil pessoas fugiram de suas casas e dezenas de milhares fugiram da
Ucrânia desde o início da ofensiva russa, segundo a Agência das Nações Unidas
para Refugiados (Acnur).
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O presidente francês, Emmanuel Macron, ligou
para o colega Putin para pedir que ele interrompesse o ataque, numa conversa
"franca, direta, curta".
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Nas cidades russas, milhares de pessoas
protestaram contra a decisão do presidente Putin de ir à guerra contra a
Ucrânia; centenas de manifestantes foram presos.
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O objetivo da Rússia seria, segundo o
secretário de Estado dos EUA, Antony Blinken, derrubar o governo do presidente
ucraniano Volodymyr Zelensky e colocar um aliado no comando do país.
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A mídia ucraniana divulgou como seria o
suposto plano da Rússia para tomar a capital Kiev. Segundo fontes de
contrainteligência ouvidas por jornalistas locais, a ofensiva prevê dominar
pistas de pouso na cidade para desembarcar mais de 10 mil combatentes, causar
pânico generalizado com sabotagem nas redes elétricas e de comunicação, forçar
autoridades a assinar acordos nos termos exigidos pela Rússia e até a
possibilidade de dividir o país em dois, como ocorreu no caso da Alemanha
Ocidental e Alemanha Oriental.
A seguir, confira o que sabemos até agora com mais detalhes.
Putin
ordena ataque
Em pronunciamento televisionado às 05h55 (horário de Moscou) do
dia 24/2, Putin anunciou uma "operação militar" na região de Donbas,
no leste da Ucrânia.
Esta área abriga muitos ucranianos de língua russa. Partes dela
foram ocupadas e administradas por rebeldes apoiados pela Rússia desde 2014.
Putin disse que a Rússia estava intervindo como um ato de legítima defesa. A Rússia não queria ocupar a Ucrânia, segundo ele, mas iria desmilitarizar e "desnazificar" o país.
Nota do divulgador:- Com certeza tinham programado que a Ucrânia sem a juda da OTAN se renderia em 2 dias e isso não aconteceu, agora quer blefar que vai jogar bombas nucleares contra os europeus mas a reciproca é verdadeira que a Nato e os EUA também tem bombas nucleares para acabar com tal capital russa onde atraves de sateltites sabem até onde o Putin se esconde!!! Se os Generais e Marechais não o depuserem a RÚSSIA simplesmente também desaparece do mapa mundi!!!!
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