ALEXANDRE GARCIA - O JORNALISTA DO ANO 2021 BIOGRAFIA
SERVIÇO DE UTILIDADE PÚBLICA DO QUE É SER JORNALISTA EXEMPLAR SEM PAPAS NA LÍNGUA
Alexandre
Eggers Garcia (Cachoeira do Sul, 11 de novembro de 1940) é um jornalista, apresentador ecolunista de política brasileiro , tendo sido porta voz do
último presidente da ditadura militar do Brasil, general João Batista Figueiredo. .
Atuou no Jornal do Brasil na extinta TV Manchete e na Rede Globo. Na Globo, onde trabalhou por mais
de trinta anos, foi diretor de jornalismo em Brasília até 1995, quando foi afastado da
função por ser considerado excessivamente governista.
A partir de então tornou-se comentarista
político do Bom Dia Brasil, função que exerceu até 2018. Atualmente, o jornalista escreve para o
jornal Gazeta do Povo, que o listou entre os maiores
influenciadores digitais da direita brasileira.
Por sua cobertura jornalística durante a Guerra das Malvinas, foi condecorado pela rainha Elizabeth II com a Ordem do Império Britânico.
Biografia
Aos sete anos já atuava como ator infantil na Rádio Cachoeira,
em sua cidade natal, emissora em que seu pai, Oscar Garcia, era radialista . Aos quinze anos passou a ser
locutor na Rádio Independente de Lageado..
Depois foi para Porto Alegre, onde
fez o curso de comunicação social na Pontificia Universidade Cat´lica do Rio Grande do Sul (PUCRS).
Sua carreira jornalística teve início como estagiário
na sucursal do Jornal do Brasil em
Porto Alegre, na editoria de economia. Conciliava seu estágio no jornal, onde
especializou-se em Bolsa de Valores com
um trabalho no Banco do Brasil .
Terminado o estágio, foi contratado pelo Jornal do Brasil deixando
o Banco do Brasil.
Em 1973 realizou o primeiro trabalho internacional em Montevidéu, cobrindo como enviado do JB, o fechamento do Congresso uruguaio, quando se instaurou a ditadura naquele país.
Depois foi transferido para Buenos Aires, de onde cobriu a crise política argentina durante três anos. Depois de uma reportagem
em que denunciou um esquema de corrupção na polícia rodoviária argentina,
precisou deixar Buenos Aires às pressas.
Retornando ao Brasil no final dos anos
70, Garcia foi trabalhar na sucursal em Brasilia. Permaneceu durante dez anos no Jornal
do Brasil. Com a eleição de João Figueiredo à
presidência da República em 1979, tornou-se secretário de imprensa do governo.
Sua saída do governo foi envolvida em uma polêmica, depois que
Garcia foi entrevistado pela revista masculina Play Boy , sendo depois convidado também
pela concorrente Ele & Ela.
Em entrevista concedida em 2006 à revista Brasília em
Dia, Garcia afirmou que Said Farhat, na época ministro da Secretaria
de Comunicação Social havia respondido com palavras de baixo calão à carta de
uma mulher que continha também ofensas ao presidente, e que a revista Veja teve
acesso a essa carta do ministro.
A revista semanal publicou uma matéria de capa, em que colocava
além da carta, uma foto de Garcia na matéria da revista masculina, coberto do
tórax para baixo. O título na capa era "Vulgaridade palaciana: enquanto o
ministro da Comunicação Social usa palavras de baixo calão em carta, o
sub-secretário de Imprensa nacional se deixa fotografar sob os lençóis em uma
revista masculina". Segundo Garcia, a situação desencadeou uma crise
política entre ele e Farhat e por isso decidiu deixar o governo.
Foi contratado pela TV Manchete em 1983, como jornalista na
sucursal em Brasília. Nessa época, como corresponde internacional, cobriu as guerras do Líbano, os desdobramentos da Guerra das Malvina e a Guerra deAngola e a Guerra da Independência da Namibia. Retornando ao Brasil no final dos anos 80,
foi convidado para trabalhar na redação TV Globo em Brasília.
Em seu início na Globo, Garcia apresentava um quadro de crônicas
no programa dominical Fantástico, em que apresentava
personalidades da política em situações cômicas. Foi também repórter especial
do Jornal Nacional, do Jornal Hoje e do Jornal da Globo. Em 1988, cobriu a promulgação da Constituição de 1988 e as eleições presidenciais de 1989.
Antes das eleições, apresentou o programa Palanque
Eletrônico junto com Joelmir Betint, com entrevistas dos candidatos
à presidência. No segundo turno, foi um dos mediadores nos debates entre os
candidatos Lula da Silva e Fernando Collor.
De 1990 a 1995, foi diretor de jornalismo da TV Globo Brasília, período em que cobriu a posse de Fernando Collor e a decretação do Plano Brasil Novo, conhecido como Plano
Collor. Com Joelmir Beting, Paulo Henrique Amorim e Liliam Witte Fibe, procurava esclarecer as dúvidas dos telespectadores com relação ao novo plano
econômico.
O jornalista também cobriu a ECO -92 , o processo de impeachment de Fernando Collor de Mello, a implantação do Plano Real e as eleições de Fernando Henrique Cardoso em 1994 e 1998. Em 1993, estreou no Jornal da Globo como comentarista
político. De 2000 a 2011 apresentou e foi o editor-chefe do telejornal
local DFTV - 1ª Edição.
Também realizou a cobertura especial das eleições presidenciais
de 2002, 2006 e 2010, É autor do livro Nos Bastidores da Notícia, lançado pela Editora Globo em 1990. Assinou
artigos para jornais brasileiros, fazendo comentários políticos para oitenta
emissoras de rádio. Passou a apresentar o programa Espaço Aberto na Globo News em 1996. A partir de 2012, o
programa passou a se chamar GloboNews Política e depois mudou
novamente de nome para GloboNews Alexandre Garcia. No dia 28 de dezembro de 2018, Alexandre
deixou a Rede Globo após trinta anos.
Em março de 2020, foi contratado pelo Canal Rural , onde passou a comentar nos programas "Rural Notícias" e "Mercado & Companhia". e em julho de 2020, foi contratado para integrar o time de comentaristas da CNN Brasil.
Controvérsias
Em comentário na rádio CBN ,
em maio de 2010, afirmou que o Ministério da Saúde estaria fazendo "uma maluquice" ao
estimular a gravidez de mulheres portadoras do vírus HIV. Sua declaração gerou protestos dos ativistas de movimentos sociais.
Em 14 de janeiro de 2016, ao comentar sobre o aumento de 40,88%
das vagas para estudantes de escola pública no Progama de Avaliação Seriada (PAS) da Universidade de Brasilia (USB), o apresentador afirmou: "Temos que pensar
na qualidade do ensino. Aqui em Brasília, é tudo na base do pistolão, do
empurrãozinho. A tradução disso são as cotas. Só 67 (dos alunos das escolas
públicas) entraram por mérito... Sem a humilhação de receber
empurrãozinho".
Em 2 de fevereiro de 2017 causou polêmica ao publicar em sua
conta no Twitter que femincidio , uma forma de homicídio
qualificado, seria um novo crime: "É
"invenção de quem pensa que homicído é matar hômi". Disse
Garcia: "Mas homicídio não é matar primata do gênero humano, da
espécie homo sapiens - não importa o sexo? Ou a biologia já
sanciona mulher sapiens"? E ainda indagou: "Então o
assassinato de homem vulnerável seria androcídio? "
Garcia tem se envolvido em controvérsias por seu alinhamento com
o bolsonarimso, e por apoiar tratamentos
sem comprovação científica para COVID 19. No dia 27 de
julho de 2020, dia da sua estreia CNN Brasil foi alvo de críticas por defender
a eficácia da hidroxicloroquina no
tratamento do novo coronavírus e usou como exemplo a recuperação do presidente
Jair Bolsonaro.
Ainda no programa, Garcia acusou a
imprensa de ter discurso "mandado", por não defender medicamentos que
segundo ele possuem "eficiência comprovada". A hidroxicloroquina, no entanto, não
possui eficiência comprovada contra Covid-19 e alguns estudos associam seu uso
com o aumento do índice de mortalidade.
Em 24 de setembro de 2021, foi demitido da CNN , por defender tratamentos sem comprovação
científica para COVID 19 . Após um debate,
no qual defendia o chamado " tratamento precoce " , a emissora emitiu
uma nota de rescisão de contrato por conta de seus posicionamentos que, segundo
a CNN, vão contra a ciência.
Nota do divulgador:- Nunca foi tão adequada a sua saída da CNN que não conseguiu ultrapassar a Globo News e nem a Band News e ser convidado pela Jovem Pan News que se prima em noticiar verdades doa a quem doer!!! Com certeza jamais serás demitido pela sua verdadeira opinião particular que não depende de seus patrões!!!
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