SERÁ QUE ISSO NÃO É FAKE DOS LABORATÓRIOS DAS VACINAS PELO PLANETA??? ( * ) JÁ PUBLICADO
É importante diferenciar entre mortes causadas pela COVID-19 (vírus) e supostas reações adversas às vacinas.
Dados até o início de 2026 indicam que a grande maioria das mortes de pessoas com comorbidades (doenças preexistentes) no período pós-vacinação ocorreu devido à infecção pelo vírus SARS-CoV-2, e não pelas vacinas. As vacinas reduziram drasticamente o risco de morte, especialmente em idosos e pessoas com doenças crônicas.
Aqui estão os dados principais (baseados em informações disponíveis até abril de 2026):
1. Mortes Pós-Vacinação com Comorbidades (COVID-19) [1]
- Contexto Atual (2025/2026): Mesmo com a vacinação, o coronavírus continua circulando. Em 2025, o Brasil registrou cerca de 1,7 mil mortes por COVID-19.
- Comorbidades: O perfil das mortes por COVID-19 pós-vacinação concentra-se em idosos e pessoas com múltiplas comorbidades, como hipertensão, diabetes, doenças cardiovasculares e crônicas respiratórias.
- Redução de Risco: Estudos mostram que vacinados têm uma probabilidade muito menor (cerca de 25% a 74% menor, dependendo do estudo) de morrer de COVID-19 ou de outras causas do que não vacinados.
2. Mortes Supostamente Relacionadas às Vacinas
- Risco Extremamente Baixo: Eventos adversos graves, como morte, causados diretamente pela vacina, são considerados extremamente raros.
- Estudos de Mortalidade: Estudos recentes (2024-2026) indicam que não há aumento na taxa de morte súbita dentro de seis semanas após a primeira, segunda ou terceira dose de vacinas COVID-19.
- Dados de Notificação: Sistemas de notificação (como o VAERS nos EUA) recebem relatos de mortes após a vacinação, mas isso não significa causalidade. Muitas vezes, trata-se de mortes por outras causas naturais em pessoas já idosas ou doentes que coincidentemente tomaram a vacina.
3. Evidências Científicas e Fatos
- A "Pandemia dos Não Vacinados": A diferença de mortalidade é grande; em SP, por exemplo, a COVID-19 chegou a matar 26 vezes mais entre os não vacinados.
- Falácia do Excesso de Mortes: Estudos que tentam ligar o aumento de mortalidade geral às vacinas foram desmentidos por pesquisadores, que apontam metodologias falhas e reafirmam o benefício dos imunizantes.
- Segurança a Longo Prazo: Após cinco anos de vacinação, os dados continuam mostrando que a infecção pelo vírus é muito mais perigosa para quem tem doenças preexistentes do que a vacina.
Resumo: O número absoluto de pessoas com doenças que morreram após a vacina é composto principalmente por falecimentos com COVID-19 em pessoas com imunidade reduzida ou que não completaram o esquema de reforço, e não por mortes causadas pela vacina.
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